O PROJETO BIOREDES é uma metodologia que objetiva viabilizar a implantação de parcerias ligadas em redes consorciadas com foco na coleta e reciclagem reversa dos óleos de gorduras residuais (OGRs), para posterior processamento em mini-usina de biodiesel. Indicada para empreendedores, entidades, pequenas e medias Prefeituras
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
RIO+20: COEP PARTICIPA DO LANÇAMENTO DO BANCO DE PRÁTICAS CLIMA: VULNERABILIDADE E ADAPTAÇÃO
O Banco de Práticas Clima: Vulnerabilidade e Adaptação será lançado no evento oficial da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A atividade acontece durante o workshop “Promover a adaptação para a redução da vulnerabilidade e o aumento da resiliência", no dia 18, das 11h30 às 13h, na sala P3-F do RioCentro, no Rio de Janeiro. No dia 22, o Banco também será apresentado no estande da Coppe-UFRJ, no Parque dos Atletas, as 11h30.
O Banco de Práticas é um banco de dados internacional de experiências e práticas sobre a adaptação de pequenos agricultores ao redor do mundo. Tem como objetivo compartilhar experiências para que outros possam replicar ou adaptar essas práticas em seus contextos.
A secretária executiva do COEP Nacional, Gleyse Peiter, que fará o lançamento do Banco de Práticas, explica que “a atuação do COEP em comunidades, ao longo dos anos, mostrou que já existem conhecimentos e práticas que podem ser reconhecidas como projetos de adaptação aos impactos das mudanças climáticas. Há desde iniciativas simples, como limpeza de córregos e nascentes e implantação de hortas comunitárias, até projetos mais complexos de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e implantação de sistemas agroflorestais”.
O workshop “Promover a adaptação para a redução da vulnerabilidade e o aumento da resiliência" apresentará a experiência do Brasil e de outros países na adaptação humana aos impactos das mudanças climáticas. Também irá abordar a necessidade de investimentos em políticas públicas a fim de criar resistência e melhores mecanismos para o enfrentamento do tema.
Além de Gleyse Peiter, serão palestrantes o representante da Action-Aid Internacional, Harjeet Singh; o assessor técnico do FBMC, Neilton Fidélis; e a assessora do Núcleo Justiça e Direitos da Fase, Maureen Santos.Fonte: Assessoria de Comunicação do COEP Nacional
ATERRO SANITÁRIO DE GRAMACHO É FECHADO DEPOIS DE 34 ANOS RECEBENDO O LIXO DO RIO DE JANEIRO
A ministra disse que o fechamento do aterro sanitário é mais um passo importante para acabar, até 2014, com todos os lixões, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos. “Nós estamos trabalhando duro para isso. Agora, lembro que a responsabilidade é dos prefeitos. É um desafio imenso. Vocês devem ter observado que a Marcha dos Prefeitos este ano, em Brasília, trouxe os resíduos sólidos como tema central das prefeituras. Eu acho que durante o debate das eleições esse tema virá para a mesa [de negociação], e nós temos que buscar o compromisso de erradicarmos e solucionarmos a questão do lixo em relação aquilo que a lei estabelece”, disse.
Eduardo Paes declarou que a prefeitura do Rio, ao fechar o Aterro Sanitário de Gramacho, encerrou hoje o crime ambiental que cometia contra a Baía de Guanabara e contra o município de Duque de Caxias. “A prefeitura do Rio vem sendo criminosa há 30 anos depositando os resíduos sólidos da cidade em outro município e às margens da Baía de Guanabara. Para nós é uma vitória muito importante deixar de cometer esse crime ambiental na cidade”, destacou.
O secretário do Ambiente, Carlos Minc, também presente ao evento, informou que até o fim do ano a secretaria deverá fechar todos os lixões existentes no entorno da Baía de Guanabara. O secretário disse que já foram fechados os lixões de Itaoca, em São Gonçalo; o do bairro Babi, em Belford Roxo; além os de Miguel Pereira e Tanguá. Segundo Minc, na semana será a vez de fechar o lixão de Guapimirim. “Até o final do ano acabam todos os lixões que jogavam chorume na Baía de Guanabara”, prometeu.
Os catadores que trabalhavam no aterro começaram a receber, desde sexta-feira (1º), o cartão da Caixa. Ele permitirá que cada catador retira os R$ 14 mil de indenização a que têm direito.
A partir de agora, todo o lixo coletado na capital fluminense terá como destino a Central de Tratamento de Resíduos, CTR Rio, em Seropédica, o mais moderno da América Latina. Fonte: Agência Brasil
O MERCADO DE CARBONO ENTRE 29 DE MAIO E 05 DE JUNHO
O resgate dos preços do carbono no esquema europeu de corte de emissões dominou as discussões durante a Carbon Expo, conferência anual que reuniu na Alemanha, durante a semana passada, cerca de 2,5 mil participantes e interessados nos mercados de cabono.
Eles enfatizaram a necessidade da União Europeia (UE) aumentar a sua meta de corte de emissões e temem que a simples intervenção pretendida pela Comissão Europeia não será suficiente para criar um balanço mais razoável entre a oferta, inflada nos últimos anos e podendo alcançar um bilhão de toneladas de CO2 no fim de 2012, e a demanda de créditos e permissões de emissão.
Na semana passada, a Alemanha pediu que a discussão sobre a melhoria das metas fosse colocada na pauta de uma reunião de ministros do meio ambiente que será realizada em junho. Porém, os debates não tem sido fáceis, com as questões ambientais caindo na lista de prioridades frente à crise econômica.
"Confiança e estabilidade em longo prazo nos preços do carbono obviamente são fundamentais para que possamos investir. Investimentos esses que sempre cobrem décadas", comentou um executivo da Statoil.
“O sentimento geral era tanto positivo quanto negativo. Positivo da perspectiva que é claro que o EU ETS não acabará apesar dos problemas na Europa, do lastimável preço do carbono e do fato de muitos bancos estarem reduzindo suas equipes. E lúgubre, da perspectiva que existe pouca folga ou solução para o baixo preço e como lidar com ele, além de estar claro que existem problemas sérios na UE, que estão começando a prejudicar a negociação de determinadas EUAs – Agora há notícias que muitos traders não querem negociar EUAs gregas dada a sua provável saída da UE”, comentou Nigel Brunel, da consultoria neozelandesa OMFinancial.
Ele lamenta que pouco foi comentado sobre o esquema de comércio de emissões da Nova Zelândia, apesar do sistema já estar em operação e do país ter agido antecipadamente em relação a tantos outros no sentido de cortar as emissões.
Apesar de ansiosos por mudanças no mercado, os participantes mostraram confiança nos fundamentos que dão base aos esquemas de controle de emissões. A maioria acredita que os governos e empresas continuarão a implementar políticas voltadas ao corte de emissões, a parte nebulosa é como isto se materializará.
Uma pesquisa realizada anualmente pela PricewaterhouseCoopers (PwC) constatou na semana passada que os questionados continuam acreditando nos mecanismos de mercado como a melhor política para mitigar o crescimento das emissões, ficando divididos na questão se haveria o surgimento de outras ferramentas de mercado antes de 2020.
Cerca de 80% dos entrevistados pela PwC, todos participantes do mercado de carbono, desejam interferência política para recuperação do esquema europeu de comércio de emissões.
Mesmo com o aumento de 11% no valor total dos mercados de carbono ao redor do globo tendo sido resultado principalmente de motivos financeiros, segundo o relatório divulgado pelo Banco Mundial durante a Carbon Expo, diversos novos esquemas estão aparecendo e esta parece ser a tendência.
Portanto, o cenário mundial do mercado de carbono está em mutação e indica mercados cada vez mais fragmentados. Um exemplo são os projetos chineses, que até agora lideravam a oferta de créditos de compensação sob MDL. Estes projetos devem passar a atender a demanda interna que será criada com os esquemas piloto entrando em operação nos próximos anos.
Outro exemplo desta transição dos mercados de carbono é a África, que está começando a despontar como fornecedora de créditos interessantes de projetos com forte cunho social, como fornos mais eficientes e iluminação com energias limpas, provenientes do Programa de Atividades sob o MDL. Fonte:Instituto CarbonoBrasil
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Projetos recolhem óleo de cozinha usado na região de Itapetininga, SP
| Projetos recolhem óleo de cozinha usado na região de Itapetininga, SP (Globo.com) O Governo de São Paulo assinou nesta terça-feira (5), a ampliação da rede de postos de coleta de óleo usado de fritura. O número de coletores espalhados ... |
| Mudança de hábitos pode ajudar no destino adequado do lixo urbano ( Globo.com) fritura em sabão. “Temos que pensar não só na nossa geração, mas nas futuras também”, observa. O óleo também pode ser separado para a coleta seletiva. |
| Teatro sobre coleta de óleo de cozinha chega à primeira escola ... (Foz do Brasil) Cerca de 9 mil crianças da rede municipal receberão a informação em forma de teatro. Os alunos da CEIEF Deovaldo Teixeira de Carvalho, do Jd. Nova . www.fozdobrasil.com.br/.../teatro-sobre-coleta-de-oleo-de-coz... |
| Destino certo para o óleo de fritura - Geral - Jornal Metas (Jornal Metas) A coleta, que será feita gratuitamente, deve começar a ser feita ainda neste mês. ... Ele explica que todo o óleo de fritura que será recolhido em Gaspar será ... |
terça-feira, 5 de junho de 2012
CANADÁ MUDA POSTURA SOBRE A ÁGUA ÀS VÉSPERAS DA RIO+20 E OUTRAS
Em uma drástica virada política antes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o Canadá anunciou sua disposição de reconhecer o acesso a água e saneamento como um direito humano básico. Trata-se da última deserção nas fileiras das poucas, mas poderosas, nações do Ocidente que se opõem à inclusão desse conceito no plano de ação da Rio+20, que acontece de 20 a 22 deste mês no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.
Maude Barlow, a presidente do Conselho de Canadenses, uma das organizações defensoras da justiça social mais importantes do país, afirmou que foi necessária uma “pressão sem precedentes” para conseguir que Ottawa modificasse sua posição. “A mudança é boa, mas palavras não são suficientes. Precisamos de ações, e ações do governo contradizem diretamente o respeito ao direito humano à água”, afirmou Barlow, ex-conselheira do presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Consultada pela IPS sobre quais passos a seguir, respondeu dizendo que “é uma boa pergunta”. Afirmou que o governo do Canadá deverá preparar um informe a respeito e entregá-lo à ONU. “Pode estar certo de que estaremos acompanhando de perto”, ressaltou. Quando, em julho de 2010, foi proposto na Assembleia Geral das Nações Unidas uma resolução reconhecendo a água e o saneamento como um direito humano básico, 122 países votaram a favor e 41 se abstiveram, mas nenhum votou contra.
O Canadá foi um dos que se abstiveram, junto com África do Sul, Austrália, Áustria, Dinamarca, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Irlanda, Israel, Japão, Luxemburgo e Suécia, entre outros. Também se abstiveram muitas nações em desenvolvimento, como Botsuana, Etiópia, Guiana, Quênia, Lesoto, Trinidad e Tobago, e Zâmbia.
Nas negociações iniciais da Rio+20, no ano passado, várias organizações não governamentais alertaram que a água e o saneamento corriam risco de ficar fora do plano de ação, intitulado O futuro que queremos. Anil Naidoo, do Projeto Planeta Azul, comentou que, até o mês passado, o Canadá estava isolado nas negociações, sendo o único país que publicamente assinalava que não havia base legal para declarar esses serviços como um direito humano e propunha sua eliminação do plano de ação.
“De todo modo, essa posição era insustentável, quase dois anos depois de a Assembleia Geral ter aprovado uma resolução reconhecendo esse direito, e depois de três resoluções subsequentes do Conselho de Direitos Humanos ratificando-a”, acrescentou Naidoo. O Comitê Preparatório para a Rio+20, integrado pelos 193 Estados-membros da ONU, realiza desde 29 de maio outra intensa rodada de negociações destinada a concluir o texto do plano de ação, informalmente conhecido como rascunho zero.
Segundo Naidoo, a Grã-Bretanha, com apoio da União Europeia, propôs eliminar o Parágrafo 67 do rascunho zero, onde explicitamente se reconhece o acesso a água e saneamento como um direito humano. Após a pressão de várias organizações não governamentais e da relatora especial da ONU sobre a água, Catarina de Albuquerque, a UE se retratou, acrescentou. Contudo, o Canadá continuava pedindo a eliminação do Parágrafo 67, contando com apoio de Estados Unidos e Israel.
“Ao trabalhar com aliados dentro das negociações pudemos aumentar a pressão”, contou Naidoo, destacando o apoio do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. “Tem sido uma longa luta para nós no Canadá”, observou. “Estamos conscientes de que o reconhecimento é apenas o primeiro passo para nossas verdadeiras metas de implementação”, acrescentou. Também sabemos que os governos e as corporações que estão contra esse direito humano continuarão tentando por todos os meios limitar o alcance e o impacto desta vitória. No entanto, estamos conseguindo avanços”, ressaltou. Envolverde/IPS
| Lodo de esgoto será transformado em fertilizante (Revista DAE) Trata-se de uma alternativa ambientalmente segura e altamente sustentável. leia mais |
| Novo sistema vai tratar esgoto e despoluir rios de Mogi Mirim (Revista DAE) O sistema beneficia 68 mil moradores. Ele tem capacidade para tratar 150 litros por segundo e fará com que 75% do esgoto da cidade deixe de ser lançado in natura nos rios Mogi Mirim e Mogi Guaçu. leia mais |
| Agência USP de Inovação lança boletim (Revista DAE) A Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo, lançou um boletim informativo eletrônico sobre propriedade intelectual e inovação. leia mais |
| Ibope avalia interesse dos brasileiros por práticas sustentáveis (Revista DAE) A análise foi feita com grupos de todas as regiões do Brasil. leia mais |
| ANA e CETESB lançam Guia Nacional de Coleta e Preservação de Amostras (Revista DAE) Ele traz informações que contribuem para a qualificação técnica e a harmonização de procedimentos de coleta e preservação de amostras de água, que são essenciais para a constituição e operação de uma rede nacional de monitoramento da qualidade das águas superficiais no Brasil. leia mais |
| BNDES anuncia R$ 5 milhões para a Rio+20 (Revista DAE) Enquanto isso, rede feminina lança Plataforma 20 e Cláudio Langone critica falta de ênfase à questão do clima na conferência. leia mais |
sexta-feira, 1 de junho de 2012
BAN DESTACA SETE PONTOS IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
“O ritmo atual das negociações está enviando todos os sinais errados”, analisou o Secretrário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon. Segundo o líder, as organizações do mundo devem repensar o atual modelo econômico e criar novas estratégias e políticas de economia verde.
A análise foi realizada durante o debate “O Caminho para a Rio+20 e Além”, organizado pela Assembleia Geral, na terça-feira, 22 de maio, em Nova York. No discurso de abertura do evento, Ban lembrou que falta um mês para a Rio+20 e que as negociações para o documento final da cúpula não estão ocorrendo na velocidade prevista. Ele solicitou agilidades aos países.
Para o secretário-geral, questões menores estão atrapalhando o avanço. “Não podemos deixar que um exame minucioso do texto nos faça fechar os olhos para uma visão mais ampla da questão”, frisou.
Ban Ki-Moon destacou sete pontos fundamentais em que as resoluções devem se concentrar:
- Emprego decente, especialmente para 80 milhões de jovens que ingressam na força de trabalho anualmente;
- Segurança alimentar e agronomia sustentável. O objetivo deve ser “fome zero” e “segurança alimentar para todos”;
- Apoio ao acesso universal de fontes limpas e eficientes de energia;
- Acesso universal a água potável e saneamento, que caminham juntos com a redução de pobreza e metas de saúde;
- Guia para as políticas de preservação e uso sustentável dos oceanos;
- Fortalecer instituições que apoiem o desenvolvimento sustentável em todos os níveis (social, econômico e ambiental) e fortalecer o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), além de promover melhor governança interna para o desenvolvimento sustentável;
- Avançar no processo de definição de metas para o desenvolvimento sustentável para o desenvolvimento global pós 2015.
O secretário-geral também comentou que os países não devem perder a oportunidade de criar consenso e englobar a sociedade civil, as autoridades locais e o setor privado para os problemas que o planeta vai enfrentar em conjunto. Fontes: Veja/ EcoD.








